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S C BUSTELO 4 – S C ESPINHO 2

 

 

S C BUSTELO

 

 

S C ESPINHO

 

 

 

MARCADORES

Zé Luis Ricardo S C BUSTELO
Ginho Cavacas (cap) David – 2
Caxana Nené Zé Miguel II – 1
Victor Maga Manduka – 1
Vitinha Zenha  
Barito Calisto  
Stuka Luis Flávio S C ESPINHO
Filipe Luis Costa Pedro – 1
David Jorge Marques Zenha – 1
Alvaro Soares (cap) Miguel  
Zé Miguel II Paulo Mendes  
SUPLENTES SUPLENTES  
Marinha André  
Pinheiro F. Gonçalves
Pereira Rui Vieira  
Henrique Pedro  
Manduka Magalhães  
Leandro Pinto da Costa  
Renato Sarabando (treinador)  
Pedro Renato    
Xico    
     
     

COMENTÁRIO AO JOGO

Àrbitro : Pedro

 

Primeira parte globalmente equilibrada.

Bustelo e Sp. Espinho procuravam o controle do jogo pela posse e circulação de bola, sem perigo para qualquer das balizas. Essa monotonia terminaria contudo com o primeiro aviso do Espinho numa clara ocasião à passagem do quarto de hora. Despertou a equipa da casa que ganhou a partir daí ascendente em termos de rapidez e objetividade, forçando o adversário a encostar um pouco atrás.

Surgiram então bons lances de ataque com desmarcações de rutura por entre a defesa Espinhense, que resultariam em dois golos para a equipa da casa. Respondeu a equipa da Costa Verde e após alguma insistência e um penalty falhado chegaria ao golo num lance infeliz de um defesa Bustelense.

Ainda decorria o primeiro minuto da segunda parte e já o Espinho chegava ao empate aproveitando a enorme apatia do Bustelo na reentrada.

A partir de então, e durante toda a segunda parte, viu-se a equipa forasteira sempre mais tranquila em posse de bola, criando a ideia de jogo controlado.

Puro engano, pois a equipa da casa logo após as recuperações fazia uso de rápidas e perigosas transições, levando sempre muito perigo ao último reduto Espinhense.

Assim, sem surpresa, chegaria a equipa da casa ao 4-2 final e viu ainda o excelente guarda redes adversário negar-lhe mais alguns.

Respondeu o Espinho na parte final com futebol mais direcionado á baliza, do qual resultaria algum perigo em duas ocasiões e numa oportunidade soberana, que seria contudo desperdiçada.

Jogo razoável do Bustelo, a fazer uso das transições rápidas para criar perigo, o que não sendo o seu método habitual se manifestou uma boa solução de recurso.

O Sp. Espinho mostrou ser equipa de boa categoria com excelentes executantes, e pratica um futebol de boa circulação que se torna difícil de contrariar, parecendo ser a transição defensiva o seu ponto menos forte.

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